Agosto

Mais uma musica das que compus a alguns anos. Acho que uma das primeiras letras que compus. Muito inspirada em Capital Inicial, Raul, etc. ESpero que gostem. Gravei ao vivo mesmo pois estou cansado de tentar fazer uma baita versão. Ou eu faço ao vivo e toscão, ou fico sem mostrar meu material.  Obrigado por aceitar as desculpas antecipadamente.

Esta ficou se chamando “Agosto”mês que está terminando e que veio bem a calhar para gravar e postar a música. Vem mais por ai em breve. Se quiser ver mais músicas, só clicar no botão abaixo:

Minha Mãe, me desculpe por favor,
mas realmente nào quero ser doutor
Não é isso que me acompanha,
Seja lá, onde eu for
Com violão, minha vontade de compor,
Botando pra fora sentimentos, minha dor
não sei se lhe darei desgosto
muito mesmo desamparo
mas se neste mês de agosto,
Começar, Nunca mais paro
Eu não quero ser doutor
Não quero esse compromisso
Se você não sabe jogar
Não tenho nada com isso.

Cifra DAGAD

Letra e som: Luciano Nunes

Live com som bom – Legião, Cazuza e outros

Várias tentativas depois, consegui fazer uma live com som bom.

Mas como nada tem sido fácil, não consegui ter imagens bacanas. Como eu, confeso, estava um pouquinho mamado, não liguei da falta de imagens. Mas temos ai um registro com uma ótima qualidade de áudio.

Estou melhorando, em breve espero ter uma versão de cada música que amo online, em boa qualidade e com todo carinho que coloco em interpretar as músicas que marcaram minha vida e que adoro cantar.

Sim, eu sei que não sou profissional. Mas perto dos amadores, até que estou indo bem em minha avaliação. Mas e você?  Deixe uma crítica construtiva que vou adorar ler.

Valeu

Sons da vida: Uma curta parte de um filme

Sons da vida, um curta de uns anos atrás.

Mesmo sem saber, acendi uma fagulha ao criar o curta sons da vida. Vou tentar explicar um pouco todo o processo de criação deste curta e liga-lo aos sistemas errantes que acabam aparecendo em nossas vidas para atrapalhar nosso propósito.

Sim, anos atrás tentei melhorar a qualidade dos meus vídeos e acabei entrando em uma escola de audio e vídeo. Como era uma escola pública, acreditei que poderia a partir dali romper alguns paradigmas e abrir um pouco a mente do povo acebolado. Mas o tiro saiu pela culatra.

Tínhamos de fazer um documentário-curta que fosse rodado no Parque Vila Lobos como fundo. Nossa tarefa, além da produção em si, incluía não atrapalhar o movimento do parque durante as filmagens.

A minha idéia inicial era fazer um falso doc sobre os Et’s que frequentam o parque e a sua criação como base de lançamento de naves. (Farei uma postagem com esta história, já que a escrevi e está guardada, mas por enquanto vou me ater ao Doc).

A virada do herói

Reuni em dupla com meu brother Champs, um grupo inteiro de refugos de outros grupos. A produtora que havia sido preterida do outro grupo ( mas era minha primeira opção e eu já havia recebido um não dela) , o editor que ninguém ia com a cara, o audio que só queria perder a BV e a mina que não conhecia ninguém.

Mas como somente eu e meu parça Champs tínhamos discutido o assunto antes e precisávamos entrar em consenso com o grupo, tivemos de abrir mão do assunto em detrimento a melhor boa vontade de todos. Decidiram por um debate sobre música. A principio seria um debate estilo Mimimimi direcionado para o “coitadismo de esquerda” e a simples briga para ver o que era melhor.

Mas para evitar bairrismos e as polarizações, eu e Champs como os caras mais velhos e criadores do grupo, decidimos partir para algo mais poético: colocar frente a frente um roqueiro, um rapper, um rasta-reggae e um musicista clássico para debater os sons que ocupam nossos ouvidos durante o dia a dia e o que isso representa na nossa vida e no nosso sentir.

Eu já estava numa vibe muito de energia. Queria que aquilo também contaminasse as pessoas que estavam ao meu redor. Então imaginei que seria legal despertar esta desconfiança nos demais colegas de curso.

Prego que se destaca leva martelada

Depois de muito debater, apresentar as possibilidades de se ilustrar com questões da física convencional e posterior a física quântica ( som leva a informação e esta se incrusta no DNA de todos), começaram a aparecer os problemas.

Queria que falasse-mos sobre o que os sons representam para nossa saúde mental, parece que abri as portas do manicômio. Começaram a espernear os colegas, os alunos de outros grupos e inclusive os professores.

É complicado tentar sozinho entender o que cada um ficou com impressão no momento, mas hoje acho que foi um choque de realidade a muitos. Mas  no final das contas, os que me abandonaram na canoa furada depois tentaram resgatar a canoa pra tentar se salvar.

Afinal quem é que quer saber de física quântica, de papo de energia, amor, etc.. todos queremos resultados: essa merda ai vai dar pra apresentar? – Então tá bom.

No final acho que o documentário ficou com uma qualidade satisfatória, poderia ter rendido mais e ter mais qualidade no argumento. Mas como o projeto foi mutilado durante o processo de criação, com regras sendo alteradas de acordo com o que os professores achavam, até que ficou um bom resultado.

Deixe sua opinião sobre o documentário Sons da Vida nos comentários no final da página.

Abacaxi nasce da bananeira? Quer ter o que com o poder da mente?

O poder da mente pode ser explicado de inúmeras formas.

Mesmo com muito poder da mente,  a imaginação tende a seguir algumas regras dos paradigmas existentes: Pode um abacaxi nascer de uma bananeira? No “Matrix”isso foi programado como não.

Claro que muitos estão imaginando um abacaxi que se descasca fácil, mas não é esta a questão: Você colhe o que você planta. Desta forma, não existe nada que explique a física quântica e o poder da mente como esta frase.

Se você passa o dia todo reclamando, tentando passar os outros pra trás, tendo vício em consumir coisas que lhe façam mal como a Tv ou mesmo músicas de bode, invariavelmente você vai ter tudo isto sendo atraído a você: Reclamações, motivos pra reclamar, assuntos que a Tv quer que você pense e não seu próprio raciocínio e quem sabe aquele chifre da música sertaneja caia na sua testa.

Por isso é sempre bom manter boas práticas de vida, mantendo a mente sobre controle:

Controlando os pensamentos, mantendo rotinas pró ativas e de positividade e ainda tendo o cuidado de selecionar o que deixa seus olhos verem.

O que se vê, mesmo que de relance, pode influenciar sua vida. Tipo o Jequiti do Silvio Santos? Conhece?  É a mesma coisa.

Se mantiver bons pensamentos, a felicidade em pauta, boas coisas vão sendo atraídas a você. Com o tempo este estado maravilhoso vai se manter em sua vida e você vai ter a suas mãos tudo que deseja manifestar.

Deixe seu comentário no final da página, cadastre seu e-mail e receba mais dicas como esta diretamente em seu e-mail.

O vídeo ilustrativo foi enviado ao Youtube em 18 de December de 2014 e até este post, tinha 1.390 visualizações. Espero que o canal cresça e que eu possa fazer mais vídeos como este.

Jungle o q? – Música própria

Jungle o q? foi a primeira música que gravei

Era final de uma eleição americana em que os votos tiveram de ser recontados, ninguém sabia qual trouxa havia ganho. Naquele ano, a disputa acabou sendo vencida pelo Jorge Bush.

Fiz um trocadalho do carilho mudando BUSH por PUSH pois ele estava apertando botões e mandando bombas pra todos os lados. Tipo o que ocorre com o atual presidente Trump.

Além dele, tinhamos a Marta como prefeita e que enchia o saco com a taxa do lixo, mas deixava tudo procamente cuidado pela cidade. Destes fatos foram surgindo a letra. Ai por fim enfiei no violão e gravei. Saiu o som abaixo:

 

Esta já é uma versão que fiz no Garage Band. Com vozes distorcidas, mas até que ficou boa. Preciso finaliza-la.

Depois posto a letra, mas o refrão é:

 

Até quando vamos ter que viver,

esperando que venham resolver

enquanto roubam o que se rala pra ter

até quando vamos sobreviver?

Meu amigo Pedro – Raul Seixas – Letra e vídeo

Música Meu amigo Pedro por Luciano Nunes

Meu amigo Pedro. Em homenagem ao meu amigo Leandro Lupi, que sempre canta essa música. Raul sempre com suas músicas crônicas que fazem com que pensamos nos caminhos que seguimos em nossas vidas.

 

Muitas vezes, Pedro, você fala
Sempre a se queixar da solidão
Quem te fez com ferro, fez com fogo, Pedro
É pena que você não sabe não

Vai pro seu trabalho todo dia
Sem saber se é bom ou se é ruim
Quando quer chorar vai ao banheiro
Pedro, as coisas não são bem assim

Toda vez que eu sinto o paraíso
Ou me queimo torto no inferno
Eu penso em você, meu pobre amigo
Que só usa sempre o mesmo terno

Pedro, onde você vai eu também vou
Pedro, onde você vai eu também vou
Mas tudo acaba onde começou
Tente me ensinar das tuas coisas
Que a vida é séria e a guerra é dura
Mas se não puder, cale essa boca, Pedro
E deixa eu viver minha loucura

Lembro, Pedro, aqueles velhos dias
Quando os dois pensavam sobre o mundo
Hoje eu te chamo de careta, Pedro
E você me chama vagabundo

Pedro, onde você vai eu também vou
Pedro, onde você vai eu também vou
Mas tudo acaba onde começou

Todos os caminhos são iguais
O que leva à glória ou à perdição
Há tantos caminhos, tantas portas
Mas somente um tem coração

E eu não tenho nada a te dizer
Mas não me critique como eu sou
Cada um de nós é um universo, Pedro
Onde você vai eu também vou

Pedro, onde você vai eu também vou
Pedro, onde você vai eu também vou
Mas tudo acaba onde começou
É que tudo acaba onde começou

 

De Raul Seixas e Paulo Coelho

Música nova a caminho

Pois não é que a organização e o foco estão me fazendo bem?

Eu não sou profissional do ramo mas as vezes sai uma letra, uma rima, uma música. Essa e mais uma.

É, depois de anos com papeis jogados por ai, fui recolhendo todos, colocando em uma só gaveta. E por fim catalogando e  musicando o que escrevi durante todos estes anos. E não é que estou achando coisas interessantes?

Desde os tempos de escola fui incentivado a escrever, afinal estudei no EEPG Mário de Andrade, tinha de ter sido inspirado por suas obras e seus corredores. E achei desde músicas bobas a críticas pesadas. E vou musicando todas.

Só estou com dificuldades no seguinte: será que junto tudo e gravo o Eu que fiz inteiro, assim consigo ter uma  obra fechada ou tento ir gravando e lançando? Acabei gravando o Donos do senado de forma corrida e bem porca e hoje sinto vergonha por ter sido tão preguiçoso ( ou ter feito correndo sem tempo), mas seja qual a desculpa, vou continuar indo organizando as coisas para que elas me levem a novos sons.

E você? acha melhor ter um pouco a cada mês ou um disco todo a cada ano? Deixe seu comentário ai embaixo, valeu!

Primeira música de 2017: Donos do Senado

Em um ano onde tudo girou sobre política, donos do senado não poderia fugir do tema.

Donos do senado são aqueles que chegaram primeiro. Lembro que quando fiz a primeira frase ela saltou da mente sem muito controle  e logo fiquei pensando: Vou começar uma música falando de maconha? Pois bem. Como chocar tão rápido quanto colocando o assunto já no começo?

Então dai larguei a música parada e em um dia escuro acabei fazendo o restante dela enquanto gravava ao vivo esta base. Estou aprendendo a usar o Garage Band ainda e não tenho a menor noção de quando é que vou conseguir aprender corretamente. Mas tenho me arriscado.

Segue a letra abaixo e o resultado do que sai de Donos do Senado. Espero que gostem, não espero que entendam a principio, mas espero que respeitem.

Os caras da escola me ensinaram a colar
A passar de ano sem matéria estudar
Matar a aula e sair pra ir namorar
Colocar o nome no trabalho que nem sei como apresentar
os manos do bronx me ensinaram  fumar
fazer aquela perna de grilo pra poder relaxar
fazer aquele rolezinho quando o trampo acabar
deixar o stress de lado, não deixar me dominar
os miguxos da mada me ensinaram a cheirar
fazer a carreirinha, uma aqui, outra acolá
deixar a fome de lado e recomeçar
virar a noite alucinado sem conseguir parar
os brodi de brasa me ensinaram a roubar
Derrubar inimigo sem o topete amassar
fazer textão no facebook sem a dilma insultar
um acordo, um coronel pra minha vaga conquistar
Dia a dia modelado
aprender a sofrer calado
Tomar tiro aprendizado
posso ser condecorado
ninguém é condenado
Filhos de um deputado
posso fazer o que quiser
ser eu for o dono do senado
O dono do Senado
O dono do Senado
Notas CIFRA
B# Bm Em
B# Bm Em
B# Bm Em
B# Bm A
B# Bm Em
B# Bm Em
B# Bm Em
B# Bm A
B# Bm Em
B# Bm Em
B# Bm Em
B# Bm A
G F#

Olá, mundo! Assim recomeça a caminhada do blogueiro

Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!

Eu fazendo ponto na esquina

Pois bem, Assim recomeço eu este papo de ser blogueiro. Sim, digo recomeço pois não sei bem de onde parei e se quero reaver tudo aquilo que tinha antes neste site. Fui invadido, meus arquivos estão backupeados, tenho os posts todos guardados, fotos idem. Mas e a vontade de ter tudo novo? Onde fica?

Originalmente, eu queria algum espaço onde eu pudesse me expressar. Comprei este domínio com este intuito de escrever minhas poesias, meus assuntos preferidos, que as vezes davam eco quando eu falava mas que muitas pessoas não compreendiam.

Acabei me transformando em um vampiro que postava todas as desgraças do mundo somente para ganhar audiência, pois foi assim que o público se interessou em meus posts. Depois, dicas de informática para ter um público mais monetizável. Galguei espaço, colocando vídeos no youtube e criando uma audiência própria. Mas sempre ficava querendo aquilo que eu de inicio sonhei: fazer poesia, cantar, tocar e se der, mudar o mundo.

Mas tudo ao mesmo tempo na mesma hora não dá certo

Hoje eu tive uma escolha a fazer: Ou sou um blogueiro que fala de tudo e não comunica nada, ou faço o que amo e isso reverbera o quanto eu permitir. Então foi isso.

Acho que chegamos ao fim do blog sobre Brooklin, política, reclamações, dicas de informática e vamos separar isso por partes, como diria Jack o estripador ( brooklin e notícias no www.berrinews.com.br e dicas de informática no www.caradainformatica.com). Serviços de informática no www.infonunes.com e aqui… bom aqui…

Aqui vou deixar minhas músicas, poesias, textões sobre a vida na terra e um pouco mais que lhe couber.

Se quiser me seguir, agradeço a companhia. Bora começar esta nova jornada.

Até já.